domingo, 11 de março de 2012

Antonio Barreto Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados




Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.
Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.
Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.
Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.
Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.
Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social

Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já se tornou imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?

Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

FIM

ASSINO EMBAIXO
Salvador



EU TAMBÉM ASSINO

NÃO ASSISTA.

NÃO TELEFONE.

NÃO ALIMENTE ESTA ILUSÃO.

CAMPANHA CONTRA A DESIFORMAÇÃO.

PASSE ESTE E-MAIL PARA PARA + 300,TALVEZ VENHAMOS ATINGIR 180.000.000 E BRASILEIROS ÁVIDOS POR INFORMAÇÕES,QUE AUMENTEM O NOSSO GRAU DE CONHECIMENTO!!!!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Jesus e o carnaval (vim para a causa dos órfãos, das viúvas e dos excluídos) Shalom


Evangélicos do bloco “Jesus é bom à beça” entra no desfile em Ouro Preto MG

fevereiro 20, 2012 Por (nome do autor)  · 9 Comentários
Arquivado em: Informações Gerais 
O carnaval de Ouro Preto/MG é também conhecido no Brasil e no mundo por se comemorado na ruas históricas da cidade e o bloco evangélico “Jesus é bom à beça” colocou a galera para dançar. – Clique, leia e comente…
No Carnaval de Ouro Preto tem espaço para todos, até para Jesus. Um grupo de evangélicos entrou na festa  e deu o ritmo no terceiro dia de folia e colocou o bloco na rua.
Criado há 15 anos, o bloco “Jesus é bom à beça” do projeto Impacto Evangelistico em Ouro Preto-MG pela base da JOCUM/MG subiu a rua Direita, principal via do Carnaval e agitou a multidão cantando músicas tradicionais carnavalescas, mas com letras evangélicas.
No desfile, os fiéis exibiam faixas com mensagens cristãs, como “Vem pra Jesus também. Ele te ama”, frases que foram entoadas inúmeras vezes.
Cerca de 300 jovens participaram do bloco evangélico. Organizado pelo ministério internacional Jovens Com Uma Missão (Jocum) da base de Contagem, o evento existe desde 1997. Segundo o missionário Pedro Bezerra, de 50 anos, o objetivo é levar o evangelho de Jesus Cristo para as pessoas presentes na tradicional festa brasileira.
“É uma festa eclética, tem espaço para todos. E por que não para levar a mensagem cristã? Já que essa é uma festa da liberdade, queremos mostrar que a liberdade está em Jesus”, afirmou.
Além do desfile do bloco, o grupo promove distribuição de folhetos bíblicos, orações e aconselhamentos espirituais durante as quatro noites do Carnaval. “A mensagem que a gente passa é que Jesus é bom para todo mundo”, disse Marco Tulio, 10 anos.
Assista vídeo de Fevereiro/2010, onde mostra o projeto Impacto – pela Base da JOCUM/MG

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Tirado do site http://www.cartamaior.com.br para reflexão:

A entrevista

A Revolução dos Jasmins iniciou na Tunísia com a imolação de um jovem e logo se alastrou para outros países. Agora, a revolta chega ao Egito e ao Iêmen. Você dizia em uma análise que, assim como ocorreu primeiro na América Latina e depois nos países do leste europeu, certa parte do mundo árabe está despertando para a história.

- Sempre prensei que, ao menos no século XX, o laboratório dos povos foi a América Latina. A Revolução Russa não pode ser entendida sem a Revolução Mexicana. Os latino-americanos inventaram todas as formas de luta possíveis e imagináveis. Na América Latina, se experimentaram as guerrilhas, as lutas políticas, os despotismos, as ditaduras. A partir dos anos 80 e 90, as ditaduras caíram em quase todos os países da América Latina. Esse movimento contra as ditaduras se desenvolveu em outros lugares do mundo, por exemplo, nos países do leste europeu a partir da queda do Muro de Berlim. Agora, esse movimento de fundo que iniciou na América Latina está atingindo todos os países da orla árabe do Mediterrâneo e mesmo além, na península arábica, como está acontecendo no Iêmen.

O problema reside em que, contrariamente ao que ocorreu na América Latina, o movimento que eclodiu nestes países árabes não tem direção, nem organização, nem programa. É um movimento totalmente espontâneo com duas características fundamentais: em primeiro lugar, trata-se de um movimento que destrói definitivamente a ideia de que estas sociedades estão condenadas a viver com o perigo extremista e fundamentalista, por um lado, e, por outro, com a ditadura, que seria uma suposta garantia necessária contra esse perigo fundamentalista. Agora está se demonstrando que o problema é muito mais complexo e que estes países não querem experimentar nem o islamismo nem o fundamentalista, mas sim que, basicamente, desejam a democracia. 

O segundo elemento importante, e que pode lembrar o que ocorreu na América Latina, reside no fato de que há uma aliança circunstancial entre as camadas mais pobres e humildes, sem verdadeira inserção social, e as camadas médias empobrecidas nestes últimos anos. Na última década, todos esses países padeceram de um empobrecimento muito importante das classes médias e agora há uma fusão entre esses setores e a base popular, as classes pobres totalmente excluídas do processo de integração dentro da sociedade.

Se essas revoltas forem até o fim nestas autocracias árabes estaríamos vivendo uma autêntica revolução mundial, um giro decisivo na história de nossa concepção dos sistemas políticos mundiais. Sempre se acreditou que os países árabes eram incapazes de assumir uma forma de democracia popular e participativa.

- Isso corresponde a um discurso muito depreciativo construído pelos países ocidentais, pelo capitalismo internacional cuja sede é a Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico (OCDE), Estados Unidos e União Europeia. Esses atores querem que haja estabilidade nos países árabes e para isso necessitam de regimes fortes e ditatoriais, porque o que importa a eles são duas coisas: em primeiro lugar que essa gente não emigre e, em segundo, que as fontes de recursos petrolíferos sejam garantidas. Por isso desenvolveram esse discurso em total sintonia com os ditadores que sempre repetiram: “nossos povos carecem de maturidade política e cultural e, por conseguinte, não podem ter acesso à democracia”. 

Sabemos que tudo isso é falso, que as aspirações democráticas são muito fortes nesta região do mundo. Creio que o que está acontecendo agora demonstra isso de maneira muito clara. Cada situação é específica. Não se pode misturar o que ocorreu na Tunísia, um país que tem uma tradição laica e elites ilustradas muito fortes, com camadas sociais muito coesas, com a situação do Iêmen, onde impera um sistema tribal baseado na dominação despótica de um clã. A única coisa similar é o grau de dominação e a forma de controle, apoiada na polícia e no exército.

A explosão social no Egito tem matizes inéditos. No Egito o exército desempenha um papel central, onde o presidente, Hosni Mubarak, pertence a ele e onde quem está chamado a substituí-lo, seu filho Gamal Mubarak, é um liberal que não é bem visto pelas forças armadas.

O caso egípcio é muito particular, em primeiro lugar porque o país é um velho Estado de direito. Provavelmente seja o Estado de direito mais antigo do mundo. O Estado de direito moderno foi constituído por Mohamed Ali entre o final do século XVIII e início do XIX, ou seja, antes que nós na Europa soubéssemos o que era isso. Mas esse Estado foi destroçado pelos ingleses no século XIX. Em todo o caso, o filho de Mubarak, Gamal, não representa a democracia. Gamal Mubarak é o elemento chave da nomenclatura que domina o país em sua vertente mais liberal. A questão do liberalismo não pode ser concebida unicamente como liberalismo econômico, salvo se se trata de comparar o Egito com a China. Na China temos um despotismo político neocomunista e um liberalismo selvagem que encarna na verdade a dominação de uma elite burocrática. No Egito, é diferente. É impossível que se possa organizar um sistema liberal sem democratização da sociedade. É indispensável evitar que o Egito se transforme em uma república hereditária onde o pai ditador nomeia seu filho como futuro ditador liberal. As pessoas estão buscando outra coisa. 

Querem a democratização da sociedade para que a sociedade civil possa escolher por meio de um debate democrático transparente. O filho de Mubarak é como seu pai. As pessoas não o querem porque já tem o exemplo da Síria, onde o filho substituiu o pai e terminou instaurando um sistema mais ou menos liberal, mas com a mesma ditadura.

Você assinala que o que começou a ocorrer na Tunísia e logo se espalhou para outros países é que o medo mudou de lado. O medo acabou.

- Isso foi muito importante neste processo. Eu estava na Tunísia quando tudo isso começou e vi como o medo mudava de campo. A revolta tunisiana estourou na localidade de Sidi Bouzid, com a imolação do jovem Mohamed Bouazizi. A partir dali, tudo se transtornou. Até esse momento, o regime tunisiano estava baseado no temor. Mas a morte de Mohamed Bouazizi mudou essa situação, sobretudo pela atitude do então presidente Bem Alí, que foi visitar a família da vítima. As pessoas se deram conta que quem tinha medo era o poder. O mesmo está ocorrendo no Egito. O mais importante nestas revoltas é a vitória do imaginário que significa que transformaram a relação com o poder: agora são os ditadores que devem temer os povos. Isso não significa que amanhã vamos ter uma revolução em todas as partes. Não. O movimento pode avançar, pode recuar, não sabemos o que vai acontecer. Mas o que sabemos, e isso já foi percebido pela população, é que os poderes podem mudar quando os povos querem mudar suas condições de vida e ousam enfrentar o poder para escolher seu próprio destino. 

Por isso penso que estamos diante de uma onda que terá desdobramentos. Estamos na mesma história que os povos da América Latina abriram nos anos 80. Logo se seguiram os povos do Leste europeu nos 90 e agora estamos vendo isso acontecer com estes povos árabes. Não podemos esconder que o que está ocorrendo é também uma consequência da globalização. A globalização é má socialmente, mas tem algo bom, que é a globalização dos valores democráticos nas sociedades civis.

Tradução: Katarina Peixoto

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ler nos faz entender melhor o mundo que nos cerca...

1 - Crime e Castigo,de Dostoiévski

O romance que marca dez entre dez adolescentes.Publicado em 1866, conta a história de Raskolnikof,um sujeito atormentado que decide matar uma mulher, é surpreendido pelo acaso,tem de cometer outro crime e passa a viver torturado pela culpa.Todos os conflitos do ser humano estão sintetizados nos pensamentos dessa figura que se espreita sinistramente por São Petersburgo.Qual o limite da racionalização de um indivíduo?Até onde sua justificativa conceitual pode permitir um comportamento socialmente condenado?Depois deste livro,você nunca mais vai ter uma resposta definitiva para essas dúvidas.

2 - Dom Quixote,de Miguel de Cervantes

O pai de todos os romances.Dom Quixote leu demais as histórias heróicas de cavaleiros que enfrentavam tudo e todos em nome de uma paixão transcendental e decide se tornar um deles.Apanha no livro inteiro.Sempre acompanhado de seu leal e quase sádico Sancho Pança,enfrenta moinhos imaginários em uma Europa que já não existe. Publicado em duas partes,em 1605 e 1615,o livro estabeleceu um padrão de narrativa distanciada,não raro irônica,que todos os grandes romances seguiriam depois.Mas,deturpado de seu sentido original,ainda é visto como uma história de triunfo ou antitriunfo.Não:é uma conversa que está dentro de cada um de nós.

3 - A Comédia,de Dante Alighieri

Assim como Dom Quixote ,trata-se de uma sátira que os resumos convencionais costumam não acentuar.Mais tarde chamada de A Divina Comédia ,o livro escrito entre 1306 e 1321 por Dante é uma espécie de vingança contra sua cidade,Florença,cujos habitantes são distribuídos pelo inferno e purgatório; apenas alguns merecem o paraíso, especialmente a amada Beatriz e o guia do narrador,Virgílio,o autor de A Eneida .Normalmente exaltado por seu imaginário rico em precisão e sentimentos,o longo poema toscano também é inigualável em sua capacidade de unir o coloquial e o sofisticado,atingindo uma unidade complexa que raríssimos tradutores captam.

4 - Hamlet,de William Shakespeare

Quase tudo que Shakespeare (1564-1616)escreveu merece ser lido. Nenhum autor traduziu como ele as angústias do homem de qualquer época, confrontado entre a palavra e a justiça.Das peças mais famosas, Hamlet (1600 ou 1601) acaba sendo a escolhida por ser a mais filosófica, quase sem ação,sustentada em monólogos inesquecíveis.Mais enxuta que Rei Lear e mais regular que Macbeth, contém toda a ambigüidade da própria condição humana.Com provas tão fracas como o fantasma do pai que lhe aparece,Hamlet parte para se vingar do tio e,sobretudo,da mãe,contando com a falta de tato de sua amada Ofélia.E,ao contrário do que ocorre nas peças gregas,não há equilíbrio a restabelecer no final: apenas a imperfeição de qualquer verdade proferida pelo homem.

5- A Morte de Ivan Ilitch,de León Tolstói

Tolstói escreveu Guerra e Paz (1865-69)e Anna Karenina (1875-77),a maior história de guerra e a maior história de amor que o leitor já conheceu. Mas entre nesse mundo exclusivíssimo com A Morte de Ivan Ilitch ,um personagem que ninguém construiu igual no mesmo número de páginas. O pensamento de Tolstói,moralista,grandiloqüente,é de difícil assimilação pelo leitor moderno,mas a descrição do carreirista sem caráter Pedro Ivanovitch se faz nas dez páginas iniciais,nas quais nada,nenhum detalhe, é redundante.Em sua sede de aceitação social,incapaz de ter opinião própria,Ivanovitch leva uma vida covarde e representa o homem no que tem ao mesmo tempo de mais mesquinho e presunçoso:a crença de que não vai morrer.Sua vida é a própria morte

sábado, 15 de janeiro de 2011

Taken from Gospel for Asia

Missionary One of Thousands Who Lost Homes as Floods Devastate Sri Lanka January 14, 2011 Gospel for Asia-supported missionary Anthony lost his home and everything in it as floodwaters washed through his village this week in Sri Lanka. Anthony, who also serves as a pastor in the Batticaloa district, took refuge with relatives. Thankfully, he, his wife and children all escaped injury as the house collapsed due to the flood waters, but they did lose all of their possessions. Anthony, and hundreds of believers from churches led by Gospel for Asia-supported pastors, are reeling from this blow. They have lost their homes, their crops lay ruined and they have nowhere to turn for help. The Latest Blow Sri Lanka has borne the brunt of several major flooding events in the last 12 months. This latest flood is the result of unusually heavy monsoon rains that began in November and continue to fall. The worst-affected areas are in central and eastern Sri Lanka—with the districts of Batticaloa, Ampara and Trincomalee seeing the most damage. The people in this region of Sri Lanka were just beginning to emerge from the horrors of a 20-year-old civil war, which ended in 2009. Many had finally made strides in recovering from the 2004 Asian Tsunami, which devastated much of this same coastal region. According to the World Health Organization, more than 1 million people have been affected by this round of floods—more than half of them in the Batticaloa district alone. The death toll stands at 18 and includes a 6-year-old boy and a 9-year-old girl who were killed in landslides on Sunday. The Sri Lankan military has even been called out to rescue hundreds of people who were trapped in the flood waters. At least 5,000 homes have been washed away and more than 200,000 acres of crops—including the country's staple rice paddies—are under water. "The people of Sri Lanka are suffering in a way that is almost unimaginable," said Gospel for Asia President, Dr. K.P. Yohannan. "The country has not yet recovered from the record rainfalls that brought severe flooding last year, and now they are battling the same thing again. They need relief, and they need our prayers." Gospel for Asia Compassion Services teams are already venturing out into the affected areas to bring emergency relief to the people. On Sunday, they took 200 food packets to people in the Batticaloa region. Each food packet contained rice, lentil beans (dhal), sugar, dried fish and soya meat (soy protein and meat substitute). The families also received soap so they can prevent the spread of disease which happens frequently after floods. The teams also handed out mats to the people who are sleeping on the floors in the emergency shelters, which are mostly in schools. Feeding Body and Soul The teams do not just drop off food and run on to their next destination. They spend time with the people, who are desperate for someone to listen to their sorrows. "Gospel for Asia's Compassion Services Teams are there to help, to listen, to pray and to share the love found in Jesus Christ," Dr. Yohannan explained. "Of course we will meet their immediate physical needs, but we'll also be there to tell them about a cure for their spiritual hunger and a love that will long outlast the food we give them." The teams encountered difficulty reaching the affected areas because of high water; however, they persisted and their vehicles were able to make it through some of the flooding, for which they are thanking the Lord. "I spoke with our Sri Lanka country leader early Thursday morning, and he was heartbroken as told me about the massive devastation," Dr. Yohannan said. "I assured him that our commitment to care for the suffering is strong and that we will commit whatever resources necessary to help these people rebuild their lives. We will continue to get teams in to deliver emergency supplies as long as necessary, and we'll also commit to working with them for the long-term." Dr. Yohannan shared the following prayer requests for Sri Lanka: Pray that the Lord's mighty hands would be upon this area and that He would cause the weather conditions to change and bring relief to the beleagured people. Finding food and drinking water is a major problem. Pray that the teams would be able to get in with emergency rations and that the Lord would provide for the needs of the people. Pray for protection for the people. Many of those who lost homes are now living exposed to the elements or in crowded shelters, sharing space with hundreds of other families. Pray for the people who have lost all their crops and are now without their major income source for the year. Pray for the people who are helping the flood victims, that the Lord will give them strength to keep going forward and bring aid. Please pray for the Lord to miraculously provide a way for our teams to get to the people who are inaccessible due to flooded roads.

domingo, 31 de outubro de 2010

Momento Histórico???

Dilma a primeira e novíssima presidente do Brasil. De presente ganha Instituições falidas, corruptas e destituídas de quaisquer valores. O que devemos fazer agora? Comemorar? Orgulhar-nos com isso? 

Para realmente exercemos a nossa cidadania devemos praticar a reinvidicação pelos nossos direitos em forma de mobilização popular! O povo vai às ruas a qualquer mudança de emenda na Previdência Social na França, aqui ficamos fazendo piadinhas e rindo da nossa própria ruína.